Gestão de Restaurantes

Delivery próprio ou aplicativos de terceiros: qual é a melhor escolha para seu restaurante?

Administrador Onchef
08 Jan, 2026
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Delivery próprio ou aplicativos de terceiros: qual é a melhor escolha para seu restaurante?

Conteúdo do Artigo

O delivery deixou de ser apenas uma alternativa e se tornou uma parte essencial do faturamento de muitos restaurantes. Para alguns negócios, ele já representa mais de 50% das vendas. Nesse cenário, surge uma dúvida muito comum entre donos e gestores: vale mais a pena investir em delivery próprio ou depender dos aplicativos de terceiros?

A resposta não é tão simples quanto parece. Cada modelo tem vantagens, desafios e impactos diretos na margem de lucro, na gestão do restaurante e no relacionamento com o cliente. Neste artigo, vamos analisar os dois caminhos de forma prática, sem listas engessadas, trazendo exemplos reais do dia a dia e ajudando você a tomar uma decisão mais estratégica para o seu negócio.

O crescimento do delivery e o impacto no restaurante

Antes de comparar os modelos, é importante entender o papel do delivery hoje. O consumidor se acostumou com a conveniência de pedir comida pelo celular, acompanhar o pedido em tempo real e receber tudo em casa. Restaurantes que não se adaptaram a esse comportamento perderam espaço, enquanto os que estruturaram bem o delivery conseguiram crescer, mesmo em cenários difíceis.

Porém, crescer no delivery sem controle pode virar um problema. Taxas altas, erros nos pedidos, atrasos e falta de dados sobre o cliente são dores comuns quando a operação não está bem organizada. É justamente aí que entra a decisão entre delivery próprio ou aplicativos.

Como funcionam os aplicativos de terceiros na prática

Quando falamos em aplicativos de terceiros, estamos falando de plataformas como iFood, Uber Eats e Rappi. Eles oferecem visibilidade imediata, acesso a uma grande base de clientes e uma estrutura pronta para começar a vender rapidamente.

Na prática, muitos restaurantes entram nesses aplicativos para “aparecer”. Um cliente que nunca ouviu falar do seu restaurante pode encontrá-lo ali, fazer o pedido e se tornar recorrente. Esse alcance é, sem dúvida, um dos maiores benefícios.

Por outro lado, essa facilidade tem um custo alto. As comissões costumam variar entre 20% e 30% por pedido, fora taxas extras de entrega, marketing ou destaque no aplicativo. Em muitos casos, o restaurante vende mais, mas lucra menos. E isso nem sempre fica claro no fechamento do mês.

Além disso, o relacionamento com o cliente não é seu. Os dados ficam com a plataforma, dificultando ações como fidelização, campanhas diretas ou promoções exclusivas.

Delivery próprio: mais controle, mais responsabilidade

Já o delivery próprio funciona de forma diferente. O restaurante recebe os pedidos diretamente, seja por WhatsApp, site, cardápio digital ou aplicativo próprio. Aqui, o controle é total: do pedido à entrega, passando pelo pagamento e pelo relacionamento com o cliente.

O grande atrativo do delivery próprio é a margem. Sem pagar comissões altas, o restaurante consegue trabalhar com preços mais competitivos ou aumentar o lucro por pedido. Além disso, os dados do cliente ficam com você, o que abre espaço para estratégias de fidelização, como cupons, combos exclusivos e campanhas em datas específicas.

Porém, esse modelo exige organização. É preciso estruturar a logística de entrega, ter um processo claro para receber pedidos, evitar erros e garantir uma boa experiência. Sem tecnologia, o delivery próprio pode virar um caos, com pedidos anotados errado, atrasos e clientes insatisfeitos.

Onde muitos restaurantes erram nessa decisão

Um erro comum é achar que precisa escolher apenas um modelo. Na prática, muitos restaurantes de sucesso usam os dois de forma estratégica. Os aplicativos funcionam como vitrine, trazendo novos clientes, enquanto o delivery próprio é trabalhado para aumentar a rentabilidade e criar relacionamento.

O problema surge quando o restaurante depende exclusivamente dos aplicativos e não calcula corretamente os custos. É comum ver estabelecimentos comemorando aumento no volume de pedidos, mas sofrendo com o caixa apertado no fim do mês. Isso acontece porque a taxa come uma parte significativa do lucro.

Outro erro é tentar fazer delivery próprio sem estrutura. Usar apenas WhatsApp, sem controle de pedidos, estoque e financeiro, pode até funcionar no começo, mas dificilmente escala.

A importância da tecnologia na escolha do modelo

Independentemente do caminho escolhido, a tecnologia é o ponto central para o sucesso no delivery. Um sistema de gestão integrado permite receber pedidos, organizar a produção, controlar o tempo de entrega, integrar com aplicativos e, principalmente, enxergar os números reais do negócio.

Com um sistema como o OnChef, por exemplo, o restaurante consegue integrar pedidos do delivery próprio e dos aplicativos em um só lugar, evitando erros, retrabalho e confusão na cozinha. Além disso, é possível analisar relatórios, entender quais canais dão mais lucro e tomar decisões baseadas em dados, não em achismo.

Qual modelo faz mais sentido para cada tipo de restaurante?

Restaurantes novos ou com pouco movimento costumam se beneficiar dos aplicativos no início, justamente pela visibilidade. Eles ajudam a colocar a marca no mercado e atrair os primeiros clientes.

Negócios já consolidados, com base de clientes fiel, tendem a ganhar muito mais investindo no delivery próprio. Nesse caso, os aplicativos podem ser usados como complemento, não como principal fonte de vendas.

Marmitarias, pizzarias e hamburguerias, por exemplo, costumam ter ótimo resultado com delivery próprio quando bem estruturado, pois trabalham com recorrência e ticket médio previsível.

Como equilibrar delivery próprio e aplicativos de terceiros

O equilíbrio está em usar os aplicativos como porta de entrada e, aos poucos, incentivar o cliente a comprar direto do restaurante. Isso pode ser feito com um atendimento de qualidade, brindes no pedido, cupons exclusivos ou até um simples aviso no pacote: “Na próxima, peça direto conosco e pague menos”.

Com o tempo, o cliente entende a vantagem e passa a comprar direto, reduzindo sua dependência dos marketplaces e aumentando sua margem.

Conclusão: não é sobre escolher um lado, é sobre estratégia

A pergunta não deveria ser “delivery próprio ou aplicativos?”, mas sim “como usar cada um da melhor forma para aumentar meu lucro?”. Restaurantes que pensam de forma estratégica conseguem vender bem nos aplicativos, sem ficar reféns deles, e ao mesmo tempo fortalecem o delivery próprio.

O mais importante é ter controle da operação, clareza nos números e ferramentas certas para gerir tudo isso sem dor de cabeça.

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FAQ – Perguntas frequentes sobre delivery para restaurantes

Delivery próprio dá mais lucro que aplicativos?

Na maioria dos casos, sim. O delivery próprio elimina comissões altas, aumentando a margem, desde que a operação seja bem organizada.

Vale a pena sair totalmente dos aplicativos de delivery?

Nem sempre. Os aplicativos são ótimos para atrair novos clientes. O ideal é usá-los de forma estratégica, não como único canal.

Como divulgar o delivery próprio do restaurante?

Redes sociais, WhatsApp, Google Meu Negócio e cupons para clientes recorrentes são ótimas estratégias para aumentar pedidos diretos.

Preciso de sistema para ter delivery próprio?

Não é obrigatório, mas é altamente recomendado. Um sistema evita erros, organiza pedidos e dá visão real dos resultados do delivery.

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